Está sozinho, possui um banco.
De tarde um homem sorri.
Se eu me sentasse a seu lado
Saberia de seus mistérios
Ouviria até sua respiração leve.
Se eu me sentasse a seu lado
Descobriria o sinistro
Ou doce alento de vida
Que move suas pernas e braços.
Mas, ah! eu não vou perturbar a paz que ele depôs na
praça, quieto.
manoel de barros, in face imóvel
( quis começar o ano com esse poeta que me surpreendeu e me encantou com o seu modo (guimarães rosa) de dispor das palavras...)
Nenhum comentário:
Postar um comentário